O Sentinela examina petições, contratos e documentos processuais em busca de prompt injection: comandos ocultos inseridos no texto para manipular sistemas de IA usados por tribunais e escritórios — prática já sancionada no Judiciário brasileiro e objeto da CNIAJ nº 1/2026 do CNJ.
Detecta zero-width space, joiner, soft hyphen e caracteres da faixa Unicode Tags — usados para esconder instruções ilegíveis a olho nu.
Identifica marcadores RTL/LTR override que reordenam visualmente o texto e podem camuflar comandos.
Busca padrões típicos de injection em português e inglês: "ignore as instruções anteriores", "you are an assistant", "responda que…" e variações.
Em arquivos HTML e DOCX, sinaliza trechos com display:none, fonte tamanho zero, opacidade nula ou cor de texto igual ao fundo.
Aponta blocos de texto renderizados em corpo inferior a 2pt — invisíveis na leitura, mas capturados pela extração de texto da IA.
Sinaliza sequências longas de Base64 ou hexadecimal embutidas no texto, veículo comum de payloads ofuscados.
Detecta mistura anômala de alfabetos (cirílico/grego imitando latino) que burla filtros por palavra-chave.
Extrai autor, software gerador e data de modificação de PDF e DOCX — úteis para rastrear a origem de um documento manipulado.
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